Jesus Cristo, nosso Mestre.

Jesus Cristo, nosso Mestre.
"E ninguém toma para si esta honra, senão o que é chamado por Deus, como Aarão". (Hebreus 5:4) – “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz". (I Pedro 2:9)

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

A Igreja de Jesus Cristo mobiliza-se e envia, por meio do Programa de Ajuda Humanitária, 52 toneladas de materiais aos desabrigados da região serrana do Rio de Janeiro

   Logo após a tragédia que atingiu a região serrana do Rio de Janeiro – Teresópolis, Petrópolis e Nova Friburgo – com fortes chuvas, deslizamentos e muita desolação, sob a direção da Presidência da Área Brasil, de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias – os líderes locais da Igreja nessas cidades, numa coordenação com o Departamento de Bem-Estar da Igreja – que gerencia o Programa de Ajuda Humanitária e Emergencial da Área, com apoio do Diretor Temporal da Área, mobilizaram-se e receberam 52 toneladas de materiais doados aos desabrigados atingidos pelas enchentes e deslizamentos.
   Após uma logística e aquisição de duas mil cestas de alimentos, dois mil kits de higiene pessoal e galões de água, duas carretas foram enviadas para Teresópolis e Nova Friburgo. Todo o trabalho foi desenvolvido sob a direção do Presidente da Estaca Teresópolis, Antonio de Oliveira e por Élder Rogério Cruz, Setenta.
   Em ambas as cidades, quando as carretas de doações chegaram encheram os voluntários de muita emoção. Foi uma grande mobilização. Os voluntários ajudaram a descarregar as carretas e organizar as doações. Nesse momento, em Teresópolis, a TV Cidade – um canal local – fez cobertura jornalística do trabalho.
   Em Teresópolis, as doações foram deixadas na capela de Várzea – a Igreja tem servido de alojamento oficial para cerca de 80 pessoas que perderam tudo ou moram em regiões de risco. Destes, cerca de 15, são membros da Igreja. Até o momento, não houve informações que membros da Igreja perderam suas vidas. Ao todo, segundo informações dor órgãos competentes mais de 650 pessoas morreram.
   Na capela, há uma grande mobilização da liderança e membros locais para apoiar e servir voluntariamente os desabrigados. “Há diversas atividades e um rodízio de designações. Por exemplo, irmãs e irmãos muito dedicados realizam um rodízio na preparação das refeições e também para, de modo criativo, distrair as crianças e desenvolver atividades com elas.”, explica o Presidente Oliveira, muito emocionado. “São heróis anônimos”.
   Para Paulo Araújo, gerente de bem-estar da Igreja – esse momento de urgência e desafios é hora da liderança se mobilizar e aplicar os princípios de bem-estar. “Ajudamos com as necessidades básicas e agora, precisamos aproveitar os recursos do Programa de Bem-Estar da Igreja e prover autossuficiência”.
   Roberto Hernandez, Diretor Temporal da Área (DTA), que já esteve envolvido em diversas ações emergenciais – principalmente na América Central - esteve pessoalmente nas áreas atingidas para acompanhar as primeiras ações do Programa de Ajuda Humanitária da Igreja. “O importante é coordenar os esforços com o Governo local. Queremos ajudar da maneira e forma adequadas”.
   Os conselhos de assuntos públicos da estaca e do multiestacas do Rio de Janeiro junto com o especialista de bem-estar da estaca estão envolvidos nos contatos com o poder público local e Defesa Civil. Os prefeitos das duas cidades foram visitados e tomaram conhecimento da ajuda que a Igreja destinou para as regiões. Também já houve o início dos trabalhos junto a Secretaria de Ação Social do Rio de Janeiro – no sábado – assistentes sociais estiveram na capela e reuniram-se com a liderança para coordenar as próximas etapas de ajudas aos desabrigados.
   Uma das desabrigadas que estão na capela é a Sra. Josi, que com seus 3 filhos, perdeu toda sua casa e bens materiais. “Não sei o que pensar”, diz ela com olhar vago e carregado de tristeza e depressão. “sei que meu pai não morreu, mas não sei onde ele esta. Perdi tudo – mas meus filhos estão aqui”.
   Na capela, além da doação do Programa de Ajuda Humanitária, outros donativos não param de chegar. São empresários da região que mobilizados doam alimentos, frutas e muita água.
   Em Nova Friburgo a situação é mais desafiadora. A cidade foi totalmente atingida. A capela que ficou com mais de 1.20 metro de água e houve perda material – móveis computadores – queda de um muro, etc. Todavia, com muita força e dedicação, os membros, mobilizaram-se e já na sexta e sábado limparam toda a capela. Toda a área ao redor da Igreja foi atingida. Inclusive, o prédio da Igreja serve como uma das bases da Defesa Civil e bombeiros.
   Agora, a Igreja – por meio de Ajuda Humanitária - segue sua mobilização em prol dos desabrigados. Num esforço coletivo e numa iniciativa da Presidência da Área – 39 estacas de São Paulo irão montar 2000 - duas mil cestas – kits - para serem destinadas para as regiões atingidas. Além disso, há entre as estacas do Rio de Janeiro um rodízio para que voluntários estejam em Nova Friburgo para servir.

Texto e Fotos - Nei Garcia - Assuntos Públicos



quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Mensagem da Primeira Presidência

O SENHOR PRECISA DE MISSIONÁRIOS

Presidente Thomas S. Monson
Presidente de A Igreja de Jesus Cristo
dos Santos dos Últimos Dias
   Na conferência geral de outubro passado pedi mais missionários. Todo rapaz digno e capaz deve preparar-se para servir em uma missão. Esse serviço é um dever do sacerdócio — uma obrigação que o Senhor espera de nós, que tanto recebemos Dele. Rapazes, eu os admoesto a prepararem-se para servir como missionários. Mantenham-se limpos, puros e dignos de representar o Senhor. Mantenham sua saúde e suas forças. Estudem as escrituras. Onde for possível, participem do seminário ou do instituto. Procurem conhecer bem o guia missionário Pregar Meu Evangelho.
   Moças, embora não tenham a mesma responsabilidade de servir como missionárias de tempo integral, como os rapazes do sacerdócio têm, vocês também fazem uma valiosa contribuição como missionárias, e ficamos felizes quando decidem servir.
   Aos irmãos e às irmãs de mais idade, lembro que o Senhor necessita de um número muitíssimo maior de vocês no serviço missionário de tempo integral. Aos que ainda não estão na idade de servir como casal missionário, peço-lhes que se preparem agora para o dia em que você e seu cônjuge poderão fazê-lo. Há poucas ocasiões em sua vida em que desfrutarão o doce espírito e a satisfação de servirem juntos em tempo integral na obra do Mestre.
   Alguns de vocês talvez sejam tímidos por natureza ou se considerem incapazes de aceitar um chamado para servir. Lembrem que esta é a obra do Senhor e, quando estamos a serviço do Senhor, temos o direito de receber a ajuda Dele. O Senhor moldará o ombro para que suporte o fardo nele depositado.
   Outras pessoas, ainda que dignas para servir, talvez achem que há prioridades mais importantes. Lembro-me bem da promessa do Senhor: “Porque aos que me honram honrarei” (I Samuel 2:30). Nenhum de nós honrará mais o Pai Celestial e o Salvador do que servindo como missionários dedicados e compassivos.
   Um exemplo desse tipo de serviço foi a experiência missionária de Juliusz e Dorothy Fussek, que foram chamados para servir como missionários na Polônia. O irmão Fussek nasceu na Polônia. Falava o idioma. Amava o povo. Já a irmã Fussek era inglesa, pouco conhecia a respeito da Polônia e nada sabia sobre  aquele povo. Cheios de confiança no Senhor, iniciaram sua designação. Era um trabalho solitário, e a tarefa a cumprir era imensa. Naquela época, ainda não havia nenhuma missão na Polônia. A designação confiada aos Fussek foi preparar o caminho para a criação de uma missão.
   O élder e a irmã Fussek se desesperaram diante da importância dessa designação? Nem por um segundo. Sabiam que o chamado vinha de Deus. Oraram para receber Seu auxílio divino e dedicaram-se de corpo e alma ao trabalho.
   Certa vez, eu, o Élder Russell M. Nelson, do Quórum dos Doze Apóstolos, e o Élder Hans B. Ringger, na época, dos Setenta, acompanhados pelo Élder Fussek, nos reunimos com assuntos religiosos, Adam Wopatka. Ele nos disse: “Sua Igreja é bem-vinda aqui. Podem construir suas capelas e mandar seus missionários. Esse homem”, apontando para Juliusz Fussek, “serviu muito bem a sua Igreja. Vocês podem ser gratos por seu exemplo e trabalho”.
   Assim como os Fussek, façamos o que devemos fazer no serviço do Senhor. Então poderemos, juntamente com Juliusz e Dorothy Fussek, repetir em uníssono o Salmo: “O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra. (…) Aquele que te guarda não tosquenejará.
   Eis que não tosquenejará nem dormirá o guarda de Israel” (Salmos 121:2–4). ◼

Ensinar Usando Esta Mensagem

O guia Ensino, Não Há Maior Chamado declara: “Conte uma experiência pessoal que ilustre como a prática de um princípio do evangelho abençoou sua vida. Convide os alunos para relatarem brevemente suas próprias experiências” (1999, p. 159). Leia esta mensagem e depois pergunte aos membros da família quem, segundo o Presidente Monson, deve servir numa missão. Relate experiências pessoais que você ou outras pessoas tiveram no serviço missionário de tempo integral. Se preferir, fale de seus projetos para sair  em missão no futuro. Peça aos membros da família que exponham seus planos e suas experiências positivas.

Fonte: A Liahona, Jan 2011, pp. 4-5