Jesus Cristo, nosso Mestre.

Jesus Cristo, nosso Mestre.
"E ninguém toma para si esta honra, senão o que é chamado por Deus, como Aarão". (Hebreus 5:4) – “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz". (I Pedro 2:9)

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Será que enxergamos a Cristo?

Dieter F. Uchtdorf, 2º Conselheiro na Primeira Presidência
 Certa noite, um avô estava lendo histórias para a netinha de quatro anos, quando ela olhou para o alto e disse: “Vovô, olhe as estrelas!” O senhor idoso sorriu gentilmente e disse: “Estamos dentro de casa, querida. Aqui não há estrelas”. Mas a menina insistiu: “Esta sala tem estrelas! Olhe!”
   O avô olhou para cima e, surpreso, constatou que o teto estava salpicado de purpurina prateada. Essa decoração ficava invisível na maior parte do tempo, mas quando a luz incidia sobre ela de certa forma, de fato parecia um campo de estrelas. Foi preciso contar com os olhos de uma criança para vê-las, mas elas estavam mesmo lá. A partir daquele momento, sempre que o avô entrava no recinto e olhava para cima, conseguia ver o que antes não lhe fora possível.
   Estamos no início de outro maravilhoso período natalino, cheio de música, luzes, festas e presentes. Mais do que qualquer outro povo, nós, como membros da Igreja que leva o nome do Salvador, devemos ver bem mais do que o caráter festivo do período e contemplar a sublime verdade e beleza desta época do ano.
   Será que muitas pessoas em Belém sabiam que ali, bem perto delas, nascera o Salvador? O Filho de Deus, o Messias prometido e esperado por tanto tempo, — estava no meio delas!
   Lembram-se do que o anjo anunciou aos pastores? “Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor.” E eles disseram uns aos outros: “Vamos, pois, até Belém, e vejamos isso que aconteceu” (Lucas 2:11, 15).
    Assim como os pastores da antiguidade, devemos dizer no coração: “Vamos, pois, (…) e vejamos isso que aconteceu”. Precisamos desejá-lo no coração. Vamos contemplar o Santo de Israel na manjedoura, no templo, no monte e na cruz. Assim como os pastores, glorifiquemos e louvemos a Deus por essas novas de grande alegria!
   Por vezes as coisas mais difíceis de serem vistas são as que sempre estiveram bem diante de nós. Tal como o avô que não conseguia ver as estrelas no teto, às vezes não conseguimos enxergar coisas de grande visibilidade.
   Nós, que ouvimos a gloriosa mensagem da vinda do Filho de Deus; nós, que tomamos Seu nome sobre nós e fizemos convênio de trilhar Seus caminhos como Seus discípulos — não devemos deixar de abrir o coração e a mente e de vê-Lo de verdade.
   O período natalino é maravilhoso sob vários aspectos. É um momento de agirmos com caridade, bondade e amor fraternal. É uma oportunidade para refletirmos mais sobre nossa própria vida e as muitas bênçãos que recebemos. É tempo de perdoar e de ser perdoado. É tempo de apreciar as músicas, a iluminação, as festividades e os presentes. No entanto, o brilho externo desta época do ano jamais deve ofuscar nossa visão e impedir-nos de ver verdadeiramente o Príncipe da Paz em toda Sua majestade.
   Transformemos o período natalino deste ano num momento de júbilo e comemoração, uma época em que reconhecemos o milagre que foi nosso Deus Todo-Poderoso ter mandado Seu Filho Unigênito, Jesus Cristo, para redimir o mundo!


Que neste Natal, possamos ter o verdadeiro Amor de Cristo em nosso lar e em nossos corações.

FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO!

São os meus mais sinceros votos.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Indexador FamilySearch

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e salve muitas almas para o SENHOR!